13 de nov de 2013

O nascimento da Sofia, entre lágrimas e sorrisos...


E aí que o último post inspirou mais uma mulher linda a escrever seu relato!!! A Renata planejou um parto normal humanizado, acabou numa cesárea. Claro, que o nascimento da Sofia foi lindo mesmo assim e todos ficaram felizes! Mas a Renata precisou digerir e aprender as lições do seu não-parto. E o que ela aprendeu com isso serve de alerta para outras gestantes.

O nascimento da Sofia, entre lágrimas e sorrisos...


Por Renata Riquette Manes

Minha gravidez foi bem planejada. Eu e meu marido, apesar de vivermos há quase 9 anos juntos, decidimos nos casar “de verdade”. Engravidei três meses depois do casamento e ficamos muito felizes. Fiz o beta no dia 24-12-2012, e tivemos nosso super presente de natal: o positivo! A partir daí, comecei a pesquisar tudo sobre gravidez, o que inclui o parto. Antes de engravidar, eu pensava em fazer uma cesárea, porque as pessoas que eu conheço fizeram cesariana (inclusive minha mãe, que teve 5 filhos, todos por meio da cesárea). Além disso, eu tenho uma cicatriz de uma cirurgia renal e era bem conveniente pra mim aproveitá-la. Até que entrei no mundo do parto. Aderi a grupos do Facebook, como “Cesárea? Não, obrigada!”, “Gravidez, Parto e Maternidade” e “Parto Natural”, e obtive informações valiosíssimas, que mudaram a minha forma de pensar. Assim, descobri que eu queria um parto mais que normal: eu queria um parto natural! Por todos os benefícios que o parto vaginal traz, por ser um ritual de passagem para a mãe e para o bebê e por achar que é algo muito natural. Queria sentir as dores e as emoções da chegada da minha filha. Queria viver intensamente esse momento, que é único na vida!

Aí começou minha batalha. Descobri que o Brasil é um país de cesáreas. E que, para ter um parto normal aqui, eu teria de lutar muito por ele. E lutei. Lutei contra a opinião de algumas pessoas da minha família: que achavam um absurdo sofrer em pleno Século XXI; que me diziam que as dores do parto são insuportáveis e que não era possível sem anestesia; que me olhavam como se eu fosse estranha por querer um parto natural, em um país onde a cesárea impera. Lutei, também, contra o sistema. Foi super difícil encontrar um médico pró-parto normal. Parei de me consultar com uma obstetra que, certamente, me levaria para uma cesárea, e comecei a me consultar com um obstetra que atendia meu plano de saúde e era famoso por fazer muitos partos normais. Comecei a ler tudo sobre parto natural e vi a necessidade de se ter uma doula. Encontrei a Taiza, que foi, e ainda é, um anjo na minha vida.

Assim, comecei a planejar o meu parto. Percebi que eu desejava muito um parto na água. Desejava tanto que não me via parindo de outra forma. Conversei com o meu obstetra, que aceitou fazer o parto dessa maneira. Fiquei feliz e confiante. Mas um acontecimento me desestruturou. Soube, quando eu estava com aproximadamente 35 semanas de gravidez, que meu obstetra havia feito um parto na água e dito que nunca mais o faria, pois é um parto nojento. Fiquei sem chão. Diante desse fato, minha doula sugeriu um parto domiciliar. Conversei com meu marido e pensei muito. Descobri que eu não tinha a segurança necessária para se ter um parto em casa. Eu me sentia insegura com as observações que meu obstetra sempre fazia nas consultas. Ele vivia pegando no meu pé por causa do peso que eu estava ganhando na gravidez. Chegou a dizer que havia um fator oculto que impedia as mulheres que ganham muito peso na gravidez de terem um parto normal. Além disso, chamava minha atenção por causa da minha pressão arterial, que ele considerava um fator perigoso, sendo que, em repouso, ela marcava 12x8. Chegou a 13x9 em algumas consultas, o que, até onde eu sei, não é considerada alta. Então, eu não me sentia saudável para ter um parto em casa. E desisti dessa opção, apesar de desejá-la bem lá no fundo do meu coração. Então, estava decidido: eu teria um parto natural hospitalar, na suíte de parto humanizada da maternidade, e na banheira, mesmo meu obstetra considerando o parto na água nojento. E esperaria estar bem dilatada, para ir para a maternidade, pois tinha medo de intervenções desnecessárias. Fiz meu plano de parto e discuti todos os fatores com meu obstetra. Estava tudo ok. Eu estava bem segura e decidida com relação às minhas escolhas. Me sentia muito empoderada para parir minha filha. E fiquei as últimas semanas da gravidez só esperando o momento que ela escolheria pra nascer.

E os sinais de que algo aconteceria começaram. Uma semana antes do trabalho de parto, comecei a sentir algumas contrações doloridas. Entrei no chuveiro, pois sabia que a água quente ajudaria a engrenar o trabalho de parto, se fosse o dia mesmo; ou faria tudo parar, se não fosse o dia. No chuveiro, comecei a conversar com minha filha, falando para ela não ter medo, porque passaríamos por um processo para ela chegar até os meus braços. E percebi que eu não estava com medo também. Dormi com algumas contrações ainda, e acordei sem nada. Dois dias depois, perdi um pouco do meu tampão. Fiquei em estado de êxtase, porque minha irmã, que teve a bebê dela 3 meses antes de mim, perdeu o tampão e entrou em trabalho de parto logo em seguida. Em 24 horas, a filhinha dela nasceu. Eu pensava que poderia acontecer o mesmo comigo. E começaram algumas dores de novo, mas bem fraquinhas. Dois dias depois, perdi mais um pouco do tampão, agora com raias de sangue. Mais um alarme falso. Nada de trabalho de parto.

Até que, depois de uma semana em pródromos, na manhã do dia 5/9, no mesmo horário em que a lua mudava para lua nova, saiu mais um pedaço do tampão. Passei o dia tendo contrações doloridas, mas bem de leve. Enquanto eu dirigia o carro, para levar meu marido para um compromisso, eu senti uma contração bem mais forte. Comecei a acreditar que seria o dia! E fiquei entusiasmada. Às 18:30, comecei a ter contrações mais fortes, mas espaçadas. Com intervalos de 25 minutos, mais ou menos. Tentei dormir, para descansar, mas não consegui. As contrações estavam começando a vir com mais frequência. Comecei a marcar as contrações em um aplicativo no meu celular. Tive uma contração muito forte que durou 7 minutos. Meu marido ligou para a minha doula, para saber se era normal uma contração tão dolorida e longa, e ela disse que não. Mas não veio mais nenhuma desse tipo: longa. Acho que foi porque eu me contraí muito durante a contração. E contrair é a pior coisa que se pode fazer. Então, comecei a tentar relaxar nas contrações, o que é totalmente antinatural. O natural é se contrair em uma situação de dor; e não relaxar. Mas estava conseguindo relaxar, por enquanto. As contrações começaram a ser frequentes. E as dores cada vez mais fortes. Eu dava notícia para minhas irmãs e cunhada por meio do Facebook, mas, durante uma contração, não conseguia nem pegar no celular. Minha média estava de 7 em 7 minutos, durante 1 hora. Algumas contrações vinham muito fortes; outras mais leves. Entrei no chuveiro e as contrações começaram a vir em um intervalo menor: de 4 em 4 minutos. Saí do chuveiro. Estava raciocinando ainda, tanto que me ofereci para guardar as vasilhas que o meu marido lavou (rsrsrsr) e conseguia escrever notícias no Facebook, para a família, nos intervalos das contrações. Voltei para o chuveiro, porque a dor era forte, e as contrações começaram a vir de 3 em 3 minutos.

  
Minha doula chegou às 3h20 da madrugada. Eu estava no chuveiro. Ela tocou minha barriga e viu que minha bebê estava à direita ainda (quando os bebês estão à direita, geralmente, têm de percorrer um caminho maior para encaixar da forma correta e descer). Ela desligou a luz do banheiro e colocou umas velas. As dores eram bem fortes, e o chuveiro amenizava. Em contrapartida, no chuveiro, as contrações vinham em uma frequência menor. Saí do chuveiro e fui para a cama. Minha doula sugeriu a posição de quatro apoios, para ver se a minha filha girava. Estava à luz de velas e meu marido colocou músicas relaxantes para escutarmos. Minha doula e meu marido revezavam a massagem na minha lombar, para reduzir a dor. E funcionava! A dor, fora do chuveiro, era bem mais intensa. Mas as contrações davam uma espaçada maior. E eu conseguia descansar um pouco, até a próxima contração. Depois de um tempo assim, a minha bebê começou a virar. Lá pelas 4 da manhã, ela já estava no meio do caminho entre a direita e a esquerda. Isso era um bom sinal. Um sinal de evolução. Eu voltei para o chuveiro, porque as contrações fora dele estavam muito, muito fortes mesmo! Preferia que elas viessem mais fracas e com uma frequência maior. Escutei os pássaros que eu costumo escutar um pouco antes de o dia clarear. E vi o dia clarear da janela do meu banheiro.


Às 6h30 da manhã, minha doula sugeriu que fôssemos para a maternidade. Ela achava que eu estava com 8 cm de dilatação, ou seja, estava na hora de irmos mesmo, como planejamos. No caminho para a maternidade, que fica a dois quarteirões daqui de casa, tive uma contração. Foi duro ter uma contração com o carro balançando. Ainda bem que foi só uma. Cheguei na maternidade e meu marido foi tratar dos assuntos burocráticos, como o plano de saúde e nossa instalação na sala de parto humanizada. Enquanto eu esperava, apoiei meus braços no balcão da recepção, abaixei o tronco, e fiquei lidando com as minhas contrações, sendo observada pelos que ali passavam. Colocaram-me na sala de pré-parto, para que eu aguardasse os trâmites burocráticos e a chegada do meu obstetra, que já tinha sido chamado por outra gestante, que teve a bolsa rompida. Enquanto eu o esperava, senti uma vontade enorme de fazer força. Minha doula me incentivou, dizendo para eu seguir o que meu corpo mostrava. Quando senti a vontade de novo, fiquei de cócoras e fiz muita força, e minha bolsa estourou, às 7h25! Fiquei tão feliz!!!! Estava chegando a hora de ter minha filha nos braços! Depois de uma hora, meu obstetra chegou. Ele fez o exame de toque e constatou que eu estava com 8 cm de dilatação! Perfeito! Teoricamente, eu estava quase lá, no meu sonho de um parto natural. Além disso, ele viu que a minha bebê estava dorso à direita (ela já tinha rodado da direita para o centro, em casa; e voltou para a direita, no hospital) e me perguntou como eu estou aguentando as contrações sem anestesia, já que a posição dorso à direita é MUITO dolorida! Na hora, eu entrei em desespero e pensei: “realmente, está doendo muito mesmo, uma dor que parece que vou ser partida ao meio; sabia que não era normal doer tanto; como estou aguentando sem anestesia?”. Isso me desestruturou MUITO! Comecei a implorar pela anestesia. Eu estava conseguindo lidar bem com a dor, apesar de ter pensado em anestesia algumas vezes. Mas, quando ele disse isso, eu comecei a implorar mesmo! “Cadê o anestesista pra ontem?”. Apesar de eu implorar pela anestesia, me disseram que ela só seria dada na suíte de parto humanizado. Mas a suíte demorou uma eternidade para ser liberada: somente duas horas depois de eu chegar na maternidade! Enquanto eu esperava a liberação, meu médico pediu um exame para saber como estavam as contrações e os batimentos cardíacos do bebê. E o exame era feito deitada, a pior posição que existia para eu ficar em trabalho de parto, pois as dores das contrações ficavam muito mais fortes.




Liberaram a suíte de parto. Coloquei uma camisola de hospital e fui caminhando pra lá. Tive uma contração no meio do caminho e fiquei de cócoras, para lidar melhor com ela. Duas enfermeiras vieram até mim e eu disse para elas esperarem, pois eu estava passando por uma contração. Uma delas falou para a outra, com tom de desespero “chame o médico, ela está passando mal!”. Eu pensei: “nossa, sou uma alienígena. Ter contrações é algo anormal nesta maternidade”. Cheguei na sala de parto ainda com a ideia fixa da anestesia. Só me concentrava nisso. Parei de me concentrar nas dores e tentar relaxar. Eu só pensava na anestesia e implorava pela chegada do anestesista, que demorava muito. Até que ele chegou e vi, nele, a esperança para extinguir minha dor; ou, pelo menos, reduzi-la significativamente. Tomei a analgesia e consegui dormir por 10 minutos. Acordei e minha doula sugeriu que voltássemos a fazer posições para a minha bebê girar, porque, em pouco tempo, eu voltaria a sentir as dores muito fortes de novo. E foi dito e feito. Em pouco tempo, as dores estavam insuportáveis de novo. Disse para o meu obstetra que eu entraria na banheira, para amenizar a dor. E ele foi enfático ao dizer que não podia, por causa do acesso da analgesia. Nesse momento, fiquei sem chão. Eu sonhava com um parto na água, e não poderia mais tê-lo!!!!! Fiquei totalmente desestruturada! Eu só me imaginava parindo na água; e não em outra posição. E não fui informada de que, se eu tomasse analgesia, não poderia entrar na banheira. E ele sabia desse meu desejo. Estava, inclusive, no meu plano de parto, com o qual ele concordou previamente. Não poderiam tirar o acesso, para eu entrar na banheira? Na hora, nem pensei em questionar isso. Acho que foi a decepção. Fiquei murcha. E a dor era muito forte. O fato de eu não poder mais ter meu parto na água fez com que eu não conseguisse mais lidar direito com as minhas contrações.



Pedi mais analgesia, que foi tão fraca que não durou 5 minutos. O obstetra vinha, frequentemente, ouvir os batimentos cardíacos da minha filha. E fez o exame de toque. Eu continuava com 8 cm de dilatação, mesmo depois de quatro horas na maternidade. Ele identificou que a minha bebê estava alta. E a doula começou a me passar posições para a bebê descer. Fiz todas, mesmo com contrações fortíssimas e dores de ver estrelas. Outro exame de toque, às 12h, depois de 5 horas com 8 cm, e os mesmos 8 cm estavam lá! Eu queria a cesárea, porque estava exausta e com muita dor. E não havia progressão. Parece que todo o meu esforço em fazer todas as posições sugeridas, e tentar tolerar a dor, era em vão. Mas minha doula me convenceu a aceitar a proposta do meu obstetra: tomar mais um pouco de analgesia e aplicar ocitocina e, depois de uma hora, o obstetra voltaria para avaliar. Se eu tivesse progredido, ok; se não, iria pra cesárea. É importante informar que, teoricamente, não havia indicação pra ocitocina, porque minhas contrações estavam regulares e muito fortes.  Foi um ato de última tentativa do obstetra. Enfim, mais uma vez, a analgesia não resolveu nada. As dores ainda estavam insuportáveis. Em um ato de desespero, comecei a fazer força. A contração vinha e eu ficava de cócoras, apoiada em um pedaço de pano suspenso, e fazia muita força. Cheguei a tentar a banqueta. Saía muito líquido e sangue, mas nada da minha filha. Eu estava exausta e esgotada. Minhas pernas tremiam. Meus músculos não respondiam mais aos estímulos. Minha doula ficava o tempo todo ao meu lado, falando palavras de motivação, mas eu estava desacreditada. Agora, eu implorava pela cesárea. Não me achava mais capaz de parir.




O obstetra voltou, às 14h, e fez outro exame de toque, que foi super dolorido, como todos. Ele disse que eu havia regredido de 8 cm para 6 cm de dilatação, por causa de um edema que se formou no colo do meu útero. E que formou um galo (o nome técnico é bossa) na cabeça da minha bebê, porque ela estava tentando passar pelo canal, e o edema estava impedindo. Fiquei bastante preocupada na hora com a história do galo. Pensei que minha filha estava sofrendo. Além disso, eu nunca tinha ouvido falar em regressão na dilatação. Isso acabou com minhas últimas esperanças de ter um parto normal. E eu estava exausta física e emocionalmente, pois foram 19 horas em trabalho de parto, sendo que me mantive ativa em todas essas horas, porque não conseguia ficar deitada ou sentada. Então, fui para a sala de cirurgia e fiz uma cesariana, e minha filha nasceu às 15h01 do dia 6/9.



Apesar de a minha filha ter chegado ao mundo de uma forma que eu não desejava, por meio da cesárea, foi muito emocionante tê-la em meus braços. Dei muita sorte de haver um pediatra humanizado na sala de cirurgia. Ele deixou a minha bebê ir direto para os meus braços, a colocou no meu colo, e eu pude ficar ali, por uns bons minutos, conversando com a minha filha, sentindo o seu calor e sua pele, olhando nos seus olhos. Foi um momento MUITO mágico, do qual nunca me esquecerei. Além disso, ela não sofreu intervenções desnecessárias, como a aspiração. O pediatra respeitou o meu plano de parto. E isso foi fantástico. Meu marido não deixou nossa filha um minuto sozinha. Ela se sentiu protegida o tempo todo: ou por mim, ou pelo pai dela.




Durante um bom tempo, fiquei remoendo o meu não parto. Foi angustiante saber que eu poderia ter feito diferente, como ter optado por um parto domiciliar. Assim, eu não precisaria ter passado pela mudança de ambiente (casa-maternidade); pela espera quando da resolução da burocracia; pelo encontro com pessoas despreparadas, que te veem como alienígena, já que o normal, ali, é marcar uma cesárea, e não ter um parto normal; pela permanência em um ambiente não acolhedor e estranho, muito diferente da nossa casa. Ou, pelo menos, eu poderia ter escolhido um obstetra verdadeiramente humanizado, que acreditasse em mim, no meu poder de parir, e que fizesse de tudo para me ajudar no meu propósito de ter um parto natural. Isso teria feito toda a diferença, porque, no momento do trabalho de parto, a mulher fica MUITO vulnerável. Pequenas coisas atrapalham a concentração. A dor das contrações é muito grande para a mulher poder se distrair. Ela deve se manter conectada e concentrada durante o trabalho de parto. E todas as situações acima me tiraram a concentração no que realmente importava: o ritual do parto.


Hoje, consegui digerir o meu não parto. Entendi que vários fatores alheios à minha vontade me fizeram lutar, lutar, lutar e fracassar no meu sonho de parir. Como eu sou uma pessoa que vê o lado positivo das situações, resolvi usar a minha experiência para ter um parto incrível na minha próxima gestação. E decidi compartilhar o que aconteceu comigo para fazer um alerta quanto ao que pode ocorrer quando a mulher não tem as condições ambientais e psicológicas ideais para se manter concentrada no trabalho de parto. Assim, espero, de coração, ajudar muitas mulheres a parir com a dignidade a que todas nós temos direito.

Participações especiais: Clara e Sam, filhas caninas, durante o trabalho de parto em casa; Rafaela e Roberta, irmãs da Renata, em casa e na maternidade.

Fotos: Ana Paula Batista. Veja mais fotos clicando aqui!

*Editado: veja o vídeo "O Nascimento da Sofia", por Ana Paula Batista.



5 comentários:

Izabela Cosenza disse...

obrigada por compartilhar!

quem lê tb sente as alegrias, as dores e sempre aprende um pouco.

beijodoce

iza =)

Unknown disse...

Que lindo! Fiquei emocionada e encorajada a lutar por um parto humanizado, quando chegar a minha vez! Parabéns e obrigada pelo relato, Renata! Beijos, Nilsa.

Bruna Lyara disse...

Nossa, Renata, que relato bacana! Vc é muito corajosa, guerreira e determinada! Tenho certeza que vc ainda vai conseguir fazer um parto do jeito que vc sonhou. Obrigada por compartilhar. Bj!

Amanda Fernandes Silva disse...

E ajudou Renata! Eu estava no dia da roda, quando você deu seu relato, e ele foi elucidador para mim. Pena eu também não ter decidido pelo PD, porque me arrependi depois. Você é muito humana. Você podia ser Doula também! Beijos e parabéns!

Carolina Gloria disse...

Nossa estou de 24 semanas sonhando com o parto humanizado, a priori suas dificuldades são as mesmas que tenho encontrado, seu relato foi maravilhoso para me ajudar, a preparar psicologicamente.Parabens